Guine Bissau - Recenseamento Geral da Populaçao e Habitaçao 2009

Year 2009
Producer(s) Instituto Nacional de Estatística (INE), Ministerio de Economia e Integraçao Regional
Sponsor(s) Governo - - Apoio Financeiro, Logistica e Material
Fundo das Naçoes Unidas para a Populaçao - UNFPA - Apoio Financeiro e Tecnico
Programa das Naçoes Unidas para o Desenvolvimento - PNUD - Apoio Financeiro
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Study Documentation

Questionnaires

Description

O presente questionário utilizado durante todo o processo de recolha de informações estatística junto de Unidade de Alojamento e Membros de agregado familiar compõe dos seguintes módulos:

I. Identificação Geográfica
II. CARACTERISTICAS DA HABITAÇÃO
III. EQUIPAMENTOS: NESTA UNIDADE DE ALOJAMENTO EXISTEM ESTES BENS/MEIOS DE CONFORTO
IV. LISTE AS PESSOAS PERTENCENTES A ESTE AGREGADO FAMILIAR QUE MORRERAM NOS ÚLTIMOS 12 MESES de 01/03/2008 a 28/02/2009
V. LISTE AS CRIANÇAS NASCIDAS NESTE AGREGADO NOS ÚLTIMOS 12 MESES (de 01/03/2008 a 28/02/2009)
VI. ALGUEM DESTE AGREGADO FAMILIAR EMIGROU PARA O ESTRANGEIRO NOS ÚLTIMOS 5 ANOS (DESDE MARÇO DE 2004)
VII. QUESTIONÁRIO INDIVIDUAL
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Qualquer que seja a qualidade da preparação técnica assim como qualquer que seja o investimento material e humano consentido, o recenseamento não pode ser coroado de sucesso se os dados colectados não são completos e fiáveis. É evidente que, as medidas politicam que os decisores tomarão severamente com vista promover o desenvolvimento sócio - económico serão baseadas nos dados de boa qualidade.

Desta forma, o papel do agente recenseador é central nesta fase que requere da sua parte, toda a competência e a dinâmica necessários para conduzir bem as tarefas que lhe foram confiadas. Merecemos a sua atenção sobre imensa responsabilidade que assume e sua capacidade para que o recenseamento atinja os objectivos preconizados.

Para este efeito, o presente guia foi redigido para ajudar a efectuar o trabalho nas melhores condições.

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PREFÁCIO 3
CAPITULO I: GENERALIDADES 4
Definição do Recenseamento Geral da População e de Habitação 4
1.1. Objectivos do Recenseamento 4
1.1.1. No dominion socio- cultural 5
1.1.2. No dominio économico 5
1.1.3. No dominio da pesquisa 5
1.2. ORGANIZAÇÃO DO RECENSEAMENTO 5
Director Nacional do Recenseamento: 6
Coordenador Nacional: 6
Gestão, Secretariado e Administração 6
· Gestão 6
· Secretariado e Administração 6
· Coordenador Regional 6
· Supervisor 6
· Controlador 6
· Agente recenseador : 7
O QUE SIGNIFICA ISTO? 7
CIDADÃOS NACIONAIS OU ESTRANGEIROS 8
CAPITULO II: CONCEITOS E DEFINICÕES 11
2.1 Definição dos termos técnicos 11
2.1.1 Cartografia 11
2.1.2 Distrito de Recenseamento (DR) 11
2.1.3 Bairro 11
2.1.4 Tabanca 11
2.2 Conceitos demograficos 12
2.2.1 Agregado familiar e membros de agregado familiar 12
2.2.2 Unidade de alojamento 13
2.2.3 Residência 13
2.2.4 Residente Presente (RP) 14
2.2.5 Residente Ausente (RA) 15
2.2.6 O visitante (PNR) 15
2.2.7 População de convivência 15
· Como orientar no DR? 16
CAPITULO III: INSTRUCÕES DETALHADAS SOBRE PREENCHIMENTO 19
DA LISTA DO AGREGADO FAMILIAR E QUESTIONARIO INDIVIDUAL 19
3.1 O QUESTIONÁRIO 19
3.1.1 Identificação do agregado, numero do questionário e resumo recapitulativo 19
Numeração dos questionários 19
3.2 - PARTE A: IDENTIFICAÇÃO GEOGRAFICA 20
Não escrever nada dentro dos quadradinhos cinzentos. 20
3.3.1 - Caracteristicas da habitacão 22
3.4 PARTE C: MORTALIDADE E MIGRAÇÃO 29
3.5.1. Identificação de todos os recenseados 29
v A ordem de listagem dos indivíduos no questionário 30

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Para assegurar o êxito do recenseamento, isto é, obter as informações de boa qualidade sobre todas as pessoas presentes no território nacional no momento do recenseamento, o conjunto de pessoal deve ser organizado e gerido de uma forma racional. A este título, o pessoal foi repartido em categorias dos agentes disponentes de responsabilidades específicas.

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I. INTRODUção

II. ORGANIzAção Do RECENSEaMENTo

2.1. Director Nacional do Recenseamento:
2.2. COORDENADOR NACIONAL DO RECENSEAMENTO
2.3. CoordonnaDOr NaCional ADJUNTO
2.4. GestÃO, SecrEtariaDO E administraÇÃO.
2.4.1. Gestão:
2.4.2. Secrétariado e administração :
2.5. CoordinaÇÃO rEgional :
2.6. COORDENAÇÃO SECTORIAL
2.7. ControlaDOR :
2.8. agentE recenseADOR :

III. OBRIGAÇÃO, PROIBIÇÕES E SEGREDO ESTATISTICO

3.1. OBRIGAÇÃO
3.1.1. Actividades antes do recenseamento
3.1.2. Actividades durante o recenseamento
3.1.3. Actividades depois do recenseamento
3.2. PROIBIÇÃO
3.3. SEGREDO ESTATÍSTICO

IV. PAPEL DO CONTROLADOR
4.1.SENSIBILIZAÇÃO
4.2. GESTÃO DO MATERIAL
4.3. INSTALAÇÃO DA EQUIPA
4.4. RECONHECIMENTO DA ZONA E DO DR
4.5. ESTABELECIMENTO DO PLANO DE DESLOCAÇÃO DO AR
4.6. RECENSEAMENTO NAS UNIDADES DE ALOJAMENTO COLECTIVAS E
AGREGADOS FAMILIARES DIFICEIS
4.7. seguimento dos agentes recenseadores
4.7.1. Primeiro dia do recenseamento
4.7.2. Segundo dia do recenseamento
.
4.8. CONTROLO DE QUALIDADE DOS QUESTIONÁRIOS

4.9. CONTROLO DE COBERTURA DOS DRs

4.10. OUTRAS RECOMENDAÇÕES

4.11. ENCERRAMENTO DO RECENSEAMENTO

V. CONCLUSÃO

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Coordenador Nacional:

A execução e o seguimento das operações técnicas e financeiras do RGPH são assegurados pelo Coordenador Nacional (CN) sob a autoridade do Director Nacional. O Coordenador Nacional coordena o conjunto dos trabalhos do recenseamento. Assiste o adjunto no tratamento dos dossiers técnicos e administrativos. Convoca as reuniões técnicas de acordo com o Director Nacional e assegura a ligação técnica e administrativa.

Coordenador Nacional Adjunto :

A preparação, o seguimento, a execução e a análise dos resultados preliminares e finais do recenseamento são assegurados e coordenados pelo Coordenador Nacional Adjunto do RGPH.

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I. INTRODUÇÃO

II. OBJECTIVOS DO RECENSEAMENTO

2.1. OBJECTIVOS A LONGO PRAZO

2.2. OBJECTIVOS A CURTO PRAZO

2.3. UTILIZAÇÃO DO RECENSEAMENTO AOS FINS ADMINISTRATIVOS E POLITICOS

2.4. UTILIZAÇÃO DO RECENSEAMENTO PARA AS NECESSIDADES DE PLANIFICAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL

2.5. UTILIZAÇÃO DO RECENSEAMENTO NA IMNDÚSTRIA E NOS NEGÓCIOS

2.6. UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DO RECENSEAMENTO NA PESQUISA


III. SEU PAPEL NA ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO DO RECENSEAMENTO


3.1. TAREFAS DE ORGANIZAÇÃO

3.2. TAREFAS DE GESTÃO

3.3. MATERIAL

3.4. PESSOAL

3.5. TAREFAS DE CONTROLO

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O presente manual de Formador visa servir de suporte pedagógico ao formador no processo de capacitação dos Agentes de terreno, Recenseadores e Controladores. Considere-o como um manual de referência, o seu guia e consulte-o sempre antes de iniciar uma sessão de formação.

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O papel do Supervisor é fulcral nesta fase que requere da sua parte, toda a competência e a dinâmica necessários para conduzir bem as tarefas que lhe foram confiadas.

Para assegurar o êxito do recenseamento, isto é, obter as informações de boa qualidade sobre todas as pessoas presentes no território nacional no momento do recenseamento, o conjunto de pessoal deve ser organizado e gerido de uma forma racional. A este título, o pessoal foi repartido em categorias dos agentes disponentes de responsabilidades específicas.


Para este efeito, o presente guia foi redigido para ajudar a efectuar melhor o trabalho.

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I. INTRODUÇÃO

II. SEU PAPEL NA ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO DO RECENSEAMENTO

2.1. TAREFAS DE FORMAÇÃO
2.2. TAREFAS DE ORGANIZAÇOES
2.3. TAREFAS DE GESTÂO
2.3.1. MATERIAL
2.3.2 PESSOAL
2.4. TAREFAS DE CONTROLO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA; Avenida Amílcar Cabral CP n.º 6, Tel.:(00245) 322 54 57; WEB MAIL : inec@mail.gtelecom.gw